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Livro I – Luke Kaitos e os Cristais de OZ

31 ago

CAPÍTULO UM

O Grande Segredo

Um velho relógio na parede marca vinte horas no laboratório construído logo abaixo do centro europeu de pesquisas nucleares que fica localizado próximo a fronteira da França com a Suíça e Genebra. Lá dois homens analisam um manuscrito de capa de madeira revestido em couro com armações metálicas que está em cima da mesa central do laboratório. Este manuscrito remete ao século treze, foi escrito por um escriba num monastério beneditino, na região da Boêmia, na atual República Tcheca. O documento passou a ser chamado de Bíblia do Diabo devido às ilustrações contidas em seu interior. É o maior manuscrito medieval do mundo, tendo sido considerado, a oitava maravilha, devido ao seu impressionante tamanho  e ainda hoje é considerado o maior livro do mundo.

Ambos são cientistas do governo, eles vestem roupas brancas e impecavelmente limpas, um deles se destaca por seu grande bigode que remete a um Barão da época colonial do Brasil ou até mesmo ao filósofo grego Sócrates, feio, com nariz achatado, olhos esbugalhados, uma calva enorme, rosto pequeno, estômago saliente e uma longa barba crespa. Ele aparenta ter uma idade avançada o que o torna muito confiável na área científica ou pelo menos deveria torná-lo uma vez que pessoas mais velhas inspiram confiança, não tome isto como uma regra geral. Com um ar de superioridade e ao mesmo tempo autoconfiança ele demonstra sabedoria e conhecimento, pode-se ver claramente em seus olhos brilhantes que é um homem muito inteligente. Ele veste luvas cirúrgicas enquanto folheia o livro.

O outro é muito mais jovem, de barba feita e com a pele do rosto como a de um grande bebê, expressa grande apreciação pelo seu mestre sendo um fiel aprendiz. Já ouviu falar muito a respeito do Dr. Clarke, que é responsável pela descoberta da partícula de Deus ou na linguagem científica o “bóson de Higgs”, que em termos claros é uma partícula elementar escalar maciça que valida o modelo padrão atual de partícula. Representa a chave para explicar a origem da massa das outras partículas elementares. Todas as partículas conhecidas são divididas em duas classes: férmions “partículas com spin da metade de um número ímpar e bósons, partículas com spin inteiro”. Simples, não? Seu sonho de infância é um dia poder unificar as forças da gravitação com o eletromagnetismo e as forças nuclear forte e fraca em uma única teoria, a Teoria de Tudo.

Eles procuram por mensagens cifradas neste manuscrito, que foi a condenação de um homem devido aos seus pecados praticados contra o monastério beneditino de Podlažice. Segundo a lenda, o escriba foi um monge que quebrou os votos monásticos e foi condenado a ser murado vivo. A fim de evitar esta severa sanção, ele prometeu a criação, em uma única noite, de um livro que glorificaria o mosteiro para sempre e que incluiria todo o conhecimento humano. Perto da meia-noite, ele teve a certeza que não conseguiria concluir esta tarefa sozinho e, por isso, fez uma oração especial, não dirigida a Deus ou algum outro Santo das causas perdidas, mas ao querubim banido, Satanás, pedindo-lhe que o ajudasse a terminar o livro em troca da sua alma. O monge vendeu, assim, a sua alma ao diabo. O cramunhão concluiu o manuscrito do monge e foi acrescentada uma imagem do diabo como agradecimento pela sua ajuda.

Apesar da lenda, o códice não foi proibido pela Inquisição e é analisado por muitos estudiosos  e cientistas ao longo dos tempos, mesmo desconsiderando a existência de Deus ou do Diabo no meio científico, ele permanece como um objeto de estudo muito valioso.

O Dr. Clarke fita os olhos na figura do demônio desenhado em uma folha inteira na página 290 e tem uma visão aterrorizante, um presságio que o perturba profundamente. Ele começa a balbuciar fragmentos de palavras que são incompreensíveis para o seu ajudante que sem compreender uma palavra sequer tenta de alguma forma o ajudar. O rapaz fica petrificado e entre uma ação e a total inércia espanta-se cada vez mais com a feição do mestre que se alterna de temor para uma figura total horror.

– O que aconteceu, mestre? – Pergunta ele, sem nenhuma resposta aparente, apenas alguns grunhidos são ouvidos. O jovem aprendiz abre uma gaveta ao lado da estante com tubos de ensaio, bicos de Bunsen, bequers, erlenmeyes e todo o tipo de material de um laboratório químico. Finalmente retira uma seringa e pega um frasco com um líquido com a mistura de haloperidol com o lorazepam na proporção de 1mg de lorazepan para cada 5mg de haloperidol  e o aplica no Doutor.

Ele está pálido e cambaleando, percebe que algo lhe foi aplicado no braço esquerdo e então o esfrega para aliviar a ardência. Aos poucos começa a recobrar a lucidez e lembra-se que vislumbrou o surgimento de um de uma nova civilização e a extinção completa desta em um holograma que se projetou do livro até o teto da sala formando uma imagem que o deixou muito transtornado. Neste holograma ele viu a chegada de um feixe de luz brilhando no céu da noite como um feixe de raios gama e a sua luz envolveu toda a superfície da Terra. Nesse instante todas as pessoas, carros e objetos, tudo que esta sobre o planeta se eleva até o momento de uma grande explosão, jogando no espaço sideral os fragmentos da Terra consumida por esta gigantesca energia, vinda do centro de nossa galáxia.

Recuperado do delírio o doutor volta-se para o seu aprendiz e esbraveja:

– Temos que avisar o General! – Responde ele, no instante em que fecha o livro que é deixado para traz.

Imediatamente ambos saem da sala e vão em direção a um corredor com centenas de portas, este corredor longuíssimo os conduz para uma terceira porta que os leva a outro corredor e este a um grande salão oval com dezenas de monitores que gravam 24 horas por dia todas as câmeras de segurança no mundo. Não importa em qual parte do planeta esteja se neste local houver uma câmera eles saberão onde você está.

Logo na entrada do escritório do General são abordados por dois soldados que montam guarda no local, o Dr. Clarke levanta a mão esquerda e com os dedos chifrados acena para os soldados que imediatamente lhe dão passagem. Este símbolo representa a união e o cumprimento da agenda reptiliana. Os soldados o identificam de imediato e sem hesitar permitem que o Dr. Clarke e o aprendiz, Dylan tenham acesso ao General.

A porta do escritório está entreaberta e eles podem ver o General sentado em sua mesa entre duas luminárias rústicas que estão acima de sua cabeça e realçam um quadro com a pintura de um dragão alado. Este dragão tem aparentemente três metros de altura e suas asas brancas e felpudas, uma envergadura de seis metros supõem o Dr. Clark, é realmente um belíssimo quadro se não fosse à figura assustadora que ele retrata.

O General veste os trajes típicos e em seu peito há uma porção de horárias de guerra que parecem mais um mosaico colorido, com um semblante de preocupação o General os encara enquanto os dois ficam perfilados sem sua frente. Ambos batem o calcanhar e novamente acenam com os dedos chifrados em sinal de continência para o General que retribui com o mesmo sinal.

– O que vocês querem? – Indaga grosseiramente o General com um evidente sotaque alemão enquanto apara um charuto com cortador de metal. O jovem rapaz imagina seu dedo no lugar do charuto enquanto ele é cortado e engole a saliva em seco.

Um olha para o outro neste momento, há um grande temor a respeita da reação do General, todos sabem o quanto ele é tirano. Quando jovem acompanhava seus superiores nas sessões de tortura que levavam até dez horas para acabar e muitas vezes o interrogado morria antes mesmo de confessar alguma coisa. Ele aprimorou um antigo método de tortura conhecido como “A cadeira do Dragão”, os presos sentavam nus numa cadeira  revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo, hoje a conhecemos como a cadeira elétrica, este método reduziu imensamente o tempo para se conseguir uma confissão. Mesmo temeroso o Dr. Clarke começa a falar:

– General. – Queremos comunicar que o Códice Giga está manifestando os acontecimentos que estão por vir, creio que temos pouco tempo até a sua realização, os fatos escondidos em suas páginas estão se manifestando e creio que a pior esta por vir.

O General hesita por um instante, ele traga o seu charuto e exala uma fumaça com a forma de um grande cogumelo e então solta uma gargalhada que ecoa por todo o salão. O Dr. Clarke e seu ajudante contraem-se em repúdio e medo. O General levanta-se e admira a pintura na parede, com os punhos cerrados ele dá um soco na mesa derrubando um globo gigante da Terra. O globo cai ao chão e se espatifa em dezenas de pequenos pedaços. Pode-se notar que seu interior estava oco devido à quantidade de pedaços finos e pelo pequeno volume de fragmentos que deixou.

Ainda enfurecido o General esbraveja:

– Comunique imediatamente os malditos Cinzentos para que procedam com o Programa de Reinicializarão. Façam isso agora! – Grita o General, enquanto seus olhos esbugalhados parecem que vão saltar do rosto.

Sabendo da gravidade do Programa de Reinicializarão e temendo a reação do General em caso de recusa o Dr. Clarke hesita por alguns segundos, mas com a cabeça ele acena em concordância atendendo a ordem direta do General.

– Imediatamente General! – Responde ele ao sacar do bolso um estranho aparelho eletrônico com um botão verde que o aperta prontamente. Parece um simples apertar de botão, mas as consequências deste ato irão mudar o rumo da civilização.

Em outro lugar na Terra, uma luz vermelha pisca no painel central de um monitor localizado em uma sala gigantesca com dezenas de outros monitores, uma figura de tom cinza escuro com olhos grandes e negros com a estatura mediana a de um homem se aproxima e aciona um mecanismo que faz surgir uma formação de cristais que então começa a reluzir uma luz azul intensa. Essa figura entranha, com a pele cinza, sem emoções e cheirando a enxofre é responsável pela programação do “Projeto Vida”. Tudo que existe na face da Terra e fora dela é cuidadosamente construído nesse complexo. Nada entra em operação sem a aprovação dele.

Na tela de vidro projetada na parede ele visualiza o que para nós pode ser interpretado como as ultimas civilizações humanas utilizadas no Projeto Terra. Digo isto por que para ele esta não seria um humano mais sim híbrido meio humano meio macaco. Então verifica as suas possíveis falhas ocorridas em cada uma das civilizações.

Na primeira civilização humana houve muita valorização da perfeição e esta foi à causa de seu colapso, a humanidade é imperfeita e a sua perfeição não é natural. Nela as pessoas viviam em plena harmonia e sem doenças. Não havia guerras nem conflitos o dinheiro não era necessário tampouco trabalhar para obtê-lo. Mas havia um grande problema.

Nas palavras de Deus, “Eu sou o Ômega e o Alfa”, o bem e o mal, o certo e o errado, o homem e a mulher, o aqui e o ali, tudo o que é e tudo o que não é.

Com a falta do oposto, o ódio, as guerras, a tristeza, a fome, a dor…

A lista de opostos ao amor é imensa, mas sem a existência do oposto a humanidade não poderia experimentar a si mesmo e então fracassou e não progrediu além do estágio em que estava. Seguindo a lógica universal “tudo o que não evolui, morre”. E assim foi feito.

As demais civilizações competiram entre si até o colapso atômico nuclear. Elas dominaram a tecnologia dos cristais, mas não a utilizaram para o bem. A utilização dos cristais resultou na total aniquilação da maior civilização humana em termos de ciência e tecnologia que já existiu na face da Terra. Esta civilização utilizou os cristais para criar a antimatéria que transformou a superfície da Terra em deserto e jogou a sua cidade no fundo do oceano devido ao descongelamento do gelo dos polos Norte e Sul.

Finalmente ele analisa a civilização atual e verifica que a total inércia da humanidade na perda dos valores universais e que a separação e a segregação criou conflitos internos nas pessoas. A cultura do medo e a violência operam na Terra a partir da quarta dimensão baixa resultando na total divisão da consciência terrestre que embora estivesse na agenda reptiliana não atende mais ao desejo do grande criador do cosmo.

Então, lentamente o homenzinho cinzento de olhos escuros se move para outro painel e checa o posicionamento do Sistema Solar com referência ao centro da Via Láctea, o computador lhe informa a data da próxima reinicializarão da humanidade. No painel é mostrada a data de vinte e um do mês de dezembro do ano de dois mil e doze, faltam nove dias até esta data.

CAPÍTULO DOIS

A Casamata

     No coração da Amazônia logo acima da maior Crosta de Cristais maciço do Mundo, está localizado o laboratório dos doutores Gray, os Grays são cientistas do governo que trabalham com experimentos de clonagem humana e fusão de híbridos de todas as espécies.  Eles não são brasileiros e muito menos humanos embora pareçam com um. Eles foram recrutados por suas habilidades em genética e química. O laboratório fica em uma das salas da Casamata.

O motivo para a escolha deste local é o total isolamento necessário para as pesquisas realizadas e pelo fato de estar localizado em uma das entradas subterrâneas para Shamballah capital de Agharta onde vive o Rei do Mundo. O povo local desconhece completamente a existências das entradas e apenas alguns indígenas ainda as protegem.

O laboratório é de alta segurança e vigiado por militares 24 horas por dia, apenas os doutores Grays tem autorização para morar e trabalhar no local, todos os demais são apenas visitantes como autoridades mundiais e outro cientistas que pontualmente aparecem para discutir algumas das pesquisas e o progresso de suas experiências.

O Doutor Gray é um homem alto e corpulento com olhos negros como a noite, de poucos amigos e fala contida, ele passa a maior parte do tempo com seus estudos trancado em seu laboratório onde realiza um mapeamento genético de um organismo híbrido humanóides. Seus experimentos não publicados nas maiores revistas científicas do mundo e de certo modo é uma celebridade mundial.

Sua esposa a Doutora Gray é uma mulher de extrema beleza e de um olhar hipnotizante. Ela poderia ser uma modelo de catálogo de roupas ou coisas do tipo, mas suas funções estão relacionadas à análise das recombinações genéticas realizadas com híbridos de pequenos animais, ela também é responsável pela supervisão de Luke Kaitos.

Luke é um garoto tímido e reservado, mas muito inteligente, ele gosta muito de livros e lê tudo que cai em suas mãos, seja um livro científico de poemas ou história, de botânica a física quântica ele devora os livros. O que é muito válido já que o laboratório possui uma biblioteca extensa de títulos de todos os autores do mundo.

Quando não está lendo ele gosta de passar o maior tempo possível envolto a natureza do jardim com seu amigo, o Fumaça. Fumaça é um furão doméstico muito agitado e divertido, ele chama-se fumaça por dois motivos: O primeiro é que o Fumaça conhece todas as entradas secretas da casamata, ele entra e sai de qualquer lugar pelas suas passagens que o levam de um cômodo a outro. A segunda é que ele solta pum o tempo todo.

Luke nasceu e foi criado até os três anos “terrestres”, em um planeta chamado Alpha Bootis conhecida como Arcturus é a estrela mais brilhante da constelação de Boötes. Ela é a terceira estrela mais brilhante no céu. Apesar de não ser humano Luke veio ao planeta Terra com seus pais há muito tempo atrás. Como todos os outros humanos, Luke não se lembra que é.

Seus pais foram capturados e ele foi levado e aprisionado nesta casamata onde desde então tem vivido no cativeiro e é monitorado pelos doutores Grays que realizam pesquisas e estudos com o seu código genético.

Os problemas começam quando o Dr. Gray recebe em seu laboratório uma visita inesperada, um senhor alto de cabelos brancos e de pele escamosa com a feição de um lagarto albino, com olhos negros, muito mal-humorado, chamado DK.

Ninguém jamais ousou perguntar pelo significado de DK, mas seu nome é muito temido por toda a comunidade científica e pelo governo americano. Existem boatos que ele é considerado o Arquiteto do Mundo, mas ninguém confirma a história. Quando ele aparece é porque todos os outros recursos já foram utilizados e falharam.

Ele adentra o local e vai até o laboratório do Dr. Gray onde permanece por algumas horas. Todos os militares ficam alvoroçados e redobram a segurança. Um helicóptero decola e passa a vigiar os céus, a torre de controle emite uma ordem para que o espaço aéreo seja fechado o que é feito em seguida pelas autoridades locais. A visita deste homem meio lagarto muda a rotina do laboratório. Quando finalmente sai ele simplesmente evapora no ar, deixando um círculo de luz que vai se apagando ao poucos até finalmente sumir de vez.

O Dr. Gray sai do laboratório minutos depois deste homem estranho ter desaparecido no ar, o Dr. Gray está ofegante e muito nervoso, ele caminha rapidamente e vai até a sala onde esta a Dra. Gray. Ela está sentada manipulando um tubo de ensaio enquanto faz anotações em um prontuário, seu cabelo cobre um de seus olhos e seu rosto brilha em decorrência da luz que sai do microscópio.

– Nosso tempo acabou, temos que eliminar o garoto. – Diz ele, enquanto retira de uma maleta de primeiros socorros um frasco com um estranho líquido de cor avermelhada e com uma seringa ele extrai esta substância.

– Após todos esses anos, não fui capaz de neutralizar o seu poder. – Comenta a Dra. Gray ao comparar o ADN de Luke que este em um tubo de ensaio na mesa juntamente com a de um ser humano.

– Seu código genético permanece imutável, e a sua carga energética esta dobrando a cada duas horas, em poucos dias estará fora de nosso controle. Talvez se utilizarmos o novo composto em alguns dias surgirá melhores resultados. – A indaga, ainda apreensiva pela visita do tão temido DK.

– Devemos eliminá-lo agora. – Grita o Dr. Gray, totalmente descontrolado– inicie os procedimentos necessários, vou trazê-lo até aqui.

Ele sai da mesma forma que entrou só que agora com uma idéia fixa na mente, a eliminação de Luke. Após todos esses anos, todas as pesquisas, todos os testes e os milhões de reais gastos neste estudo seus avanços se mostraram ineficientes. Todos esses anos o doutor foi laureado com prêmios com seus estudos relacionados às espécies terrestres, nunca conseguiu ir além das espécies do planeta Terra e Luke é uma exceção.

Ele sai em busca de Luke que esta brincando no jardim, um dos militares o informa em que parte do jardim ele está.

Do outro lado da parede, Fumaça havia escutado toda a conversa e saiu em disparada na localização de um duto de ar que caiba Luke na fuga do laboratório. Ele sabe dos planos dos doutores e que Luke terá pouco tempo para tentar escapar. Ele precisa garantir a fuga de Luke só que até então apenas ele usava as passagens da casamata. Contudo ele lembra-se de alguns lugares que poderão servir.

Esgueirando-se pelas frestas das paredes ele salta de vão em vão até se deparar com uma das saídas que havia recordado. Ele observa o vão de entrada de ar do laboratório e compara mentalmente com a circunferência necessária para que Luke passe por ali. Infelizmente a abertura é muito pequena. Ele se irrita e com as patinhas soca a sua cabeça e dá saltos no ar, mais que depressa ele começa a analisar outra passagem.  Novamente ele faz um comparativo em relação ao tamanho necessário e verifica que esta é ideal. Tendo conseguido encontrar a passagem certa ele vai até onde Luke está.

Ele entra em um buraco localizado entre dois corredores e passa sem ser notado por um militar que monta guarda em pé na frente da porta do laboratório onde Luke está. Rastejando pela parede e se esquivando de um cano de água ele chega até sala.

Inconsciente, Luke esta com os braços e pernas atadas a uma mesa de operações, Fumaça começa a analisar o local e verificar como pode soltar ele. Os doutores estão no local então ele decide esperar até que eles saiam da sala para então agir.

 
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Publicado por em agosto 31, 2011 em agharta;, Ebook, Livros

 

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