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Capítulo Seis – A Caverna


CAPÍTULO SEIS

A Caverna

Depois das apresentações Séréti e Luke partem para o interior da caverna onde após alguns minutos de caminhada vislumbram um imenso paredão de pedra com os dizeres:

Bem vindos a Agharta,

a terra onde nunca chove,

onde não existe doença e ninguém morre,

lugar de pessoas de coração puro e consciência universal,

para aqueles que procuram a verdade e a unicidade.

Alguns instantes depois a leitura do aviso uma serpente enorme de duas cabeças eleva-se do chão e com os olhos vermelhos da cor de sangue, encara Luke e Séréti. Luke fica congelado de medo enquanto Séréti indiferente fala:

– Lá vamos nós de novo.

Luke quase desmaia de tanto espanto, mas mesmo com todo o terror que naquele instante estava em seu coração e acalma-se e aceita seu destino.

A serpente então com um rápido movimento engole Luke com a cabeça da direita e com a outra Séréti e rasteja em alta velocidade por túneis no interior da caverna em direção a uma passagem na fenda da parede ela despenca por alguns segundos até então cair em uma espécie de lago subterrâneo.

A serpente atravessa um portal em forma de arco e é direcionada a uma saída, ela despenca de um barranco até um grande rio, rapidamente ela se esguia até a margem do rio e lá a serpente regurgita Luke e Séréti. Então sai em retirada para as entranhas da terra.

Enquanto eu estava no interior da serpente não senti medo em nenhum momento, uma espécie de espectro que me lembrava o Séréti se materializou e com as suas palavras me tranqüilizou.

Luke e Séréti levantam e limpam a gosma da serpente que ficou em suas roupas. Eles caminham em direção a cidade enquanto interagem com os moradores locais.

Levantamos do chão e começamos a limpar a gosma que a serpente deixou em nossas roupas, enquanto eu as molhava no rio para retirar toda aquela meleca Séréti simplesmente fez pulverizar como fumaça toda aquela sujeira.

– Como é que ele consegue fazer isso, pensei.

Estávamos completamente perdidos, embora Séréti já conheça Shamballah ele não se recordava de como chegar até lá, ele tem uma memória temporária e lembra apenas de fragmentos de memória. Nas palavras dele “eu construo as lembranças as relacionando com o som, as cores e o cheiro”, como estávamos molhados embora limpos, Séréti não consegue relacionar seus sentidos e determinar qual a direção correta a tomar.

Decidimos ir a sentido leste pelo lado oposto ao rio me pareceu ser a melhor opção até Séréti lembrar-se do caminho correto.

Andamos por mais ou menos trinta minutos nesta direção até que ouvimos por trás de um monte uma garota que estava discutindo com alguns garotos. Aproximamos-nos para ver o que estava acontecendo, Séréti ficou apreensivo, preferia que seguíssemos viajar e ignorássemos os ruídos, disse ele:

– Não podemos fazer nada a respeito, é melhor seguirmos em frete antes que a gente arrume alguma confusão.

Não dei atenção ao que ele disse e fui ver do que se tratava todo aquele barulho. Agachei-me perto do paredão de pedra e pude ver melhor o que era todo o alvoroço. Os garotos locais estavam rindo das orelhas de uma menina, eles apontavam para elas e riam como bobos.

Ela tinha orelhas de gato e seus olhos são azuis e grandes em proporção ao seu rosto, ela se parece com um gato, mas é apenas uma menina, uma menina muito bonita.

A esta altura Séréti já estava ao meu lado, ele pegou uma bolinha de gude do bolso direito e jogou na direção dos garotos, uma nuvem de fumaça azul se ergueu e formou uma enorme árvore. Os garotos espantados saíram correndo.

Ela olhou para mim e então pude ver claramente o seu rosto, ela realmente era uma gata no sentido literal.

– Tudo bem com você? – perguntei um pouco envergonhado por sua beleza.

– Sim. – respondeu ela. – estes garotos são insuportáveis, ficam rindo de mim por causa das minhas orelhas, mas não gostam que falem de seus dedos.

Dedos… pensei eu, o que deve de haver de errado com os dedos deles.

– como assim seus dedos? – perguntei a ela.

– Não me diga que não reparou… vocês são todos iguais.

Ela agarrou o meu braço e então contou os dedos da minha mão.

– Cinco dedos. – disse ela. – e quantos dedos dos pés?

Respondi que também eram cinco e cada pé assim como também o eram em cada mão.

– Humano. – bracejou ela entre os dentes.

– Estes garotos seis dedos em cada mão e também seis dedos em cada um dos pés e ainda ficam caçoando de mim, meninos eca. – disse ela num tom de desprezo que me deixou ainda mais intimidado.

Pensei como podem estar rindo um do outro se ambos têm seus defeitos ou qualidades, para ela suas orelhas pontudas e seus olhos volumosos e grandes realçavam ainda mais a sua beleza. Não disse isso a ela, pois como posso ver ela tem repúdio por garotos.

Já havíamos conversado por alguns minutos, mas ainda não sabia o seu nome nem ela o meu então perguntei.

-Meu nome é Leona. – disse ela.

Presumi que seus pais fossem como ela e evitar fazer perguntas a este respeito.

O meu nome é Luke e este é Séréti, estamos à procura da capital de Agharta Shamballah, você conhece esta cidade?

Ela roçou os lábios e olhou para o céu, colocou a mão no queixo e quando finalmente parecia que iria nos dizer onde fica esta cidade ela não fez outra pergunta.

– O que vocês querem em Shamballah? – perguntou ela em um tão de animosidade.

Séréti havia me avisado que os moradores de Agharta poderiam ler a minha mente se assim o quisessem, eu não queria mentir e não mentiria, então respondi:

– Estamos indo para Shamballah para falar com o Rei do Mundo. – respondi a ela. Qual foi meu espanto com a reação que ela teve.

Ela caiu no chão se contorcendo de tanto rir, meu rosto corou na hora e tive uma imensa vontade de sair dali naquele instante esquecendo-se de ter conhecido esta menina, que abuso está arriscando nossas vindas vindo até o interior da Terra, um lugar desconhecido pelo menos para mim e tudo que ela tem a me dizer são as gargalhadas que esta soltando aos ventos.

Olhei para Séréti e ele esta gargalhando também, isto deve ser contagioso pensei.

– Do que você está rindo infeliz. – perguntei ainda em soluços ele respondeu:

– Eu não me lembro.

Por cargas d’água, aqui estou eu no centro da Terra com um garoto sem memória e com uma menina gato que tudo que tem a me dizer são os murmúrios entre as gargalhadas e os soluços.

Finalmente ela parou de gargalhar.

– O Rei do Mundo não fala com os humanos a milhares de anos, o que faz vocês pensar que ele irá falar com vocês?

Séréti tem um lampejo de lucidez e responde a Leona.

– Luke carrega o espírito de Gaia, mas ele não se lembra, estamos indo ver o Rei do Mundo que possui os cristais para que ele possa se lembrar de quem é.

– Você carrega o grande espírito de Gaia à mãe Terra? – pergunta Leona em um tom de espanto.

– Ele não se lembra. – Grita Séréti.

– Não precisa gritar azulão. – Diz Leona para Séréti que fica em um tom de azul beirando a roxo.

– Se é verdade o que você diz, por que não se tele transportaram para lá já que você é um garoto de Sirius e tem este poder.

– Tele transporte… indaga Séréti procurando em sua mente alguma lembrança em relação a isto.

– É verdade. – Diz ele. – Tele transporte, posso transportá-los para lá… só não me lembro como.

As coisas estão ficando cada vez mais difíceis, Séréti com o seu problema de memória o Fumaça que virou fumaça e não o vejo desde a caverna e agora esta menina gato metida a comediante, não sei como pode piorar.

No meio de toda esta loucura Leona se aproxima de Séréti e pergunta a ele sobre as bolinhas de gude que carrega em seu bolso.

Espantado ele a questiona como pode saber sobre isso, ela responde que quando os garotos a amolavam ele retirou algumas do bolso e jogou uma na direção dos garotos que correram sem seguida.

Séréti enfia a mão no bolso e retira uma bolinha, com uma feição de entusiasmo responde:

– É claro o tele transporte, a bolinha de cor anil nos levará para onde quisermos. – diz ele ainda em frenesi.

Então pude entender que Séréti recordava sua lucidez toda vez em que tocava nessas estranhas esferas de luz que se pareciam muito com bolinhas de gude. Mas suas recordações não se estendiam por muito tempo era como um lampejo mesmo. Mal pude comemorar o fato de não termos que andar até Shamballah Séréti nos adverte que não se lembra onde é a cidade.

Mas estávamos com sorte, pois Leona sabia onde era a cidade, mesmo nunca tido a oportunidade de falar com o rei do mundo ela ia até a cidade com os seus pais de vez em quando e como adora vislumbrar as plantações de gira sol que se estendia pela estrada ele sabe décor e salteado o caminho até lá.

Então perguntamos se Leona poderia nos acompanhar até lá já que era a única aparentemente lúcida capaz de nos levar até Shamballah.

Ela responde que sim uma vez que seus pais encontram-se na cidade e será mais fácil para ir para a casa depois.

A grande questão é iremos caminhando até lá ou podemos usar uma das esferas de luz para nos tele transportar, mas como faremos para Séréti saber o caminho correto ao invés de nos perdermos ainda mais no interior da Terra.

– Eu posso projetar a imagem da cidade e talvez ele recorde o caminho. – diz Leona, para nosso alivio.

Com os balançar das orelhas Leona projeta no espaço vazio entre eu e Séréti a imagem da cidade de Shamballah e para meu espanto as pessoas parecem iguais a da Terra.

No mesmo instante Séréti retira de seu bolso uma esfera de luz de cor azul alaranjada e somos tragados pela luz que essa esfera emite.

Como havia suspeitado somos levados ao inicio da cidade ainda na estrada de girassóis e mesmo tendo sido tele transportados ainda teremos que andar um pouco.

A estrada e perfilada de ambos os lados por girassóis gigantescos. Mas ao contrario da superfície da terra estes girassóis não giram, pois o sol é central e não se alterna de posição e permace sempre no mesmo lugar.

Author

JJ Sobrinho, was born in Paraná Umuarama. He currently works as a Business Consultant in the area of Information Technology.I love reading and writing about quantum physics and parallel universes. I write articles for newspapers and magazines. He graduated in Business Administration and holds a MBA in Computer Science. He has worked as Executive Director MyOffer Brazil Ltda Consultant and Manager of Information Technology at the Institute ISULPAR-Coastal Paraná Curitiba PR
Education:
Faculty Dr. José Correia Leocádio Bachelor of Business Administration
University of Paraná Tuiuti Bachelor of Computer Science

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Publicado por em outubro 22, 2011 em Ebook

 

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Capítulo Quarto – A fuga para Floresta


CAPÍTULO QUATRO

A fuga para Floresta

Inconsciente, Luke esta com os braços e pernas atadas a uma mesa de operações, Fumaça começa a analisar o local e verificar como pode soltar ele. Os doutores estão no local então ele decide esperar até que eles saiam da sala para então agir.

Ele está preso em uma mesa de operações do laboratório dos Doutores Grays, ele sabe que algo de muito ruim vai acontecer. O Dr. Gray estava muito apreensivo e eles realizaram dezenas configurações em uma máquina de nêutrons conhecida como canhão de nêutrons utilizado para dizimar matéria orgânica.

No canto esquerdo da sala logo abaixo da escrivaninha do laboratório aparece o Fumaça. Luke pede que o ajude.

– Fumaça. – aqui garoto. – diz Luke, ainda com a vista embaçada e com a fala mole devido a medicação que o Dr. Gray injetou com a seringa.

– Fumaça desative as travas no painel. O que ele faz imediatamente.

– Fumaça como podemos sair daqui? – pergunta Luke, Fumaça responde com um pum e o conduz para fora da sala através de um duto de ar do laboratório.

Eles andam por este duto até a casa das máquinas e entram no esgoto que os levam para fora da casa desaguando em um lago a beira da mata.

Luke e Fumaça correm para a floresta ainda sem uma direção definida apenas se afastam ao máximo deste local, tudo o que Luke quer neste instante é sair dali.

Luke esta no meio da mata agora e não tem nenhum ponto de orientação o céu está completamente coberto pela copa das árvores e parece estar escurecendo, ele precisa rapidamente encontrar um abrigo para não ter que passar a noite em plena floresta.

Ele está cansado e com sede já se passaram horas que estão caminhando no meio da floresta, neste instante Fumaça o adverte com um pum bem sonoro.

– Qual o problema Fumaça. – pergunta Luke sem resposta, pois o Fumaça já havia se escondido em um buraco de topeira.

Luke observa ao seu redor e se vê cercado por tigres um deles está olhando diretamente para os olhos dele.

Enquanto isso outros dois se aproximam pelos flancos se esgueirando silenciosa e vagarosamente a ponto de darem o bote em conjunto e de uma só vez.

Luke escuta uma voz que lembra a sua mãe.

– Não tenha medo Luke você não está sozinho, nunca esteve. – fala a voz sorrateira ao vento da floresta.

– É você mamãe! Exclama Luke enquanto o inevitável esta próximo. Ele fecha os olhos por alguns segundos e quando os abre novamente encara seu algoz e em pensamento ele fala:

– Eu vejo você. – diz ele olhando através dos olhos e enxergando dentro da alma do grande tigre a sua frente.

O tigre arregala os olhos e com grande espanto enxerga a verdadeira aparência de Luke, ele vê um ser de luz alado de três metros de altura. Completamente espantado ele grita:

– PAREM.

Os outros tigres não entendem o que esta acontecendo, mas atendem a ordem interrompendo o ataque que seria fatal para Luke.

Neste instante o grande tigre surge na sua forma humana, os demais tigres também fazem o mesmo. Ele tem o cabelo escorrido e negro como à noite, seus olhos são escuros e seu rosto esta pintado com tinta preta alguns caracteres que não compreendo.

– Você precisa vir conosco. – diz ele, agora na sua forma humana. Você irá conhecer o grande mestre de nossa tribo ele vai lhe ajudar e sua jornada.

– Você é o escolhido e deve nos acompanhar.

Luke sabe que está em boas mãos, pois pode ver além da imagem do tigre, além da imagem do homem indígena a sua frente, enxergou a sua alma e viu honra e bondade.

Fumaça resolve aparecer a juntar-se a eles e todos partem para floresta adentro agora acompanhados por cinco indígenas que conhecem cada palmo da floresta.

Eles andam por alguns minutos quando então chegam tribo e são recepcionados pelos demais indígenas. Lá chegando vão até aonde esta o pajé, o grande líder dos índios.

O pajé esta envolto a uma grande multidão de jovens índios que dançam freneticamente em círculos proferindo o dialeto Maue e colocando sua mão dentro de uma bolsa de couro com plumagem de penas.

Acho tudo muito estranho mais percebo que cada índio jovem esta acompanhado de seu pai e este por sua vez esta feliz e cantando com os demais.

Não agüentando mais de curiosidade e pergunto ao índio que nos trouxe o significado para aquele ritual todo.

Ele responde que é o ritual de inicialização e que cada índio da aldeia tem que passá-lo para provar ser um homem adulto, na tribo dele este ritual acontece todo ano e no ano passado ele foi submetido a isto. Na bolsa couro são colocadas mil formigas da espécie tucandeira e cada índio tem que ficar com a bolsa em seu braço por quinze minutes até passá-la para outro que ficará com ela por mais outros quinze minutos.

Observo agora com mais atenção e menos apreensivo a tudo que esta acontecendo e percebo que alguns deles sentem muita dor e que até chegam a soltar lágrimas dos olhos, mas durante todo ritual não vi um índio sequer se recusar a colocar a bolsa de couro em seu braço.

Todos encaram com nobreza e honra este gesto de coragem dos jovens índios. A cerimônia acaba o pajé nos recebe em sua cabana. Sentado em frente uma fogueira quase apagada mais ainda exalando fumaça ele começa a falar:

– Há muitos anos atrás com a nossa tribo sendo desenvolvida pelo povo formiga que habita as profundezas da Terra, fomos educados de acordo com os seus costumes.

Neste período nosso grande mestre o Cabeça ensinou meus antepassados a respeito da profecia que irá se realizar nos dias de hoje.

Ele falava para nosso povo manter o elo com a natureza e com os animais, dizia que estamos todos conectados e fazemos parte da mesma coisa. A mãe natureza reina nossa tribo e respeitamos todos os ciclos do cultivo de raízes e da extração da borracha.

Estamos sempre em sincronia com a natureza e ela conosco dessa maneira nenhum índio terá que passar fome ou ficar sem um teto para dormir, temos tudo que precisamos e em troca apenas respeitamos o tempo da mãe natureza para a reposição de suas energias.

Somos os inventores da cultura do guaraná, domesticamos a trepadeira silvestre e criamos o processo de beneficiamento da planta, possibilitando que hoje o guaraná seja consumido em nossa aldeia.

– Luke interrompe o pajé para compreender qual é o seu papel nesta encarnação.

– Grande mestre. – Diz ele, não entendo qual o meu objetivo nesta jornada que faço com o meu amigo Fumaça, embora ele seja muito esperto ele é apenas um furão e não pode me ajudar.

– Você teria a resposta para esta questão?

Neste instante o pajé pega um punhado de terra e joga na brasa quase apagada da fogueira.

Uma fumaça ergue-se e forma uma estrutura parecida com um castelo no alto de uma montanha.

O pajé observa aquela formação e sabe qual o seu significado, então ele informa Luke:

– A resposta que procura esta no centro da Terra em um lugar onde vive o Rei do Mundo, ele o aguarda. Estou responsável em guiá-lo até o portal de entrada para o mundo subterrâneo, mas você terá encontrá-la sozinho.

O pajé determina que dois índios acompanhem Luke até as proximidades da caverna o levando em segurança até lá.

Luke se despede do pajé e da tribo, agradece sua ajuda e sai novamente floresta adentro em busca do portal para o centro da Terra.

O dois índios assumem a forma de tigres e vão à frente guiando Luke até um local afastado da tribo e longe de qualquer veio de água.

A caminhada se dá por mais quatro horas e Luke começa a ficar cansado, ele olha em volta e não consegue mais avistar os tigres que o estava guiando. Fumaça não agüentando mais caminhar para e deita no chão. Luke o pega e caminha por mais alguns minutos.

Após longa caminhada pela floresta ele avista uma caverna meio camuflada com a vegetação.

Se aproximado da caverna ele vislumbra sua entrada emaranhada com a vegetação parecendo não abrigar nenhum tipo de animal hostil e demonstrado ser muito longa.

A caverna esta incrustada na rocha e parece estar ali a mundo tempo antes mesmo da formação da floresta. Luke chega mais perto para olhar a caverna e vê um corredor enorme até onde a luz não pode alcançar.

O sol esta quase se pondo e começa a escurecer, Luke decide ficar por ali e passar a noite neste local. Com o silêncio e a calma da floresta Luke começa a deslumbrá-la.

Aqui tudo tem vida e a floresta esta em perfeita harmonia não há brigas nem competições tudo cresce e se relaciona sem esforço algum.

Ele começa a ouvir o ressoar de sapos que se parece com música para seus ouvidos, com o tempo, adormece até que então cai em sono profundo.

Luke neste momento esta dormido, tudo é novo para ele assim como ele é para a floresta. Sem medo ou culpa ele adormece em meio à Mata Amazônica e começa a sonhar com sua mãe.

– Luke – diz sua mãe.

– Luke, querido acorde preciso falar com você.

– Mamãe é você? – diz Luke sem entender o que esta acontecendo.

– Luke você terá que ser forte.

– Eu sou mamãe.

– Sim você é! – Luke, você está encarregado da tarefa de despertar a humanidade para um mau no qual a assombra deste de sua existência.

– Um mau tão grande que provocou o desperdício de milhares de anos de evolução.

– Lembre-se filho, o amor é a resposta.

Neste instante Luke tenta abraçar a sua mãe, mas ela começa a desaparecer e então ele desperta em seguida. E quando finalmente acorda espanta-se com a visão que tem diante da entrada da caverna.

Autor

JJ Sobrinho, was born in Paraná Umuarama. He currently works as a Business Consultant in the area of Information Technology.I love reading and writing about quantum physics and parallel universes. I write articles for newspapers and magazines. He graduated in Business Administration and holds a MBA in Computer Science. He has worked as Executive Director MyOffer Brazil Ltda Consultant and Manager of Information Technology at the Institute ISULPAR-Coastal Paraná Curitiba PR
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Faculty Dr. José Correia Leocádio Bachelor of Business Administration
University of Paraná Tuiuti Bachelor of Computer Science

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Publicado por em outubro 20, 2011 em Ebook

 

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