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Capítulo Sete – A Capital de Agharta – Shamballah

24 out

CAPÍTULO SETE

A Capital de Agharta – Shamballah

Andamos por uma estrada imensa de cascalho perfilado a uma plantação de girassóis imensamente grande ao nosso redor e nos deparamos com uma mariposa do tamanho de um carro, ela passa sobre nós e a sua sombra nos encobre completamente, foi como se o dia se tornasse noite.

Séréti me lembra que devemos tomar cuidado com os insetos de Agharta devido ao seu tamanho proporcional aos habitantes desta cidade. Fico imaginando qual o tamanho de um homem neste lugar já que apenas uma mariposa pareceu ser um grande automóvel para nós.

Saímos da estrada principal e pegamos um atalho para a capital Shamballah, Séréti avisa que pouparemos um dia de caminhada indo por este caminho o que não é pouco devido à imensidão de tudo que tem aqui.

É um caminho estreito e a relva encobre quase que todo o céu acima de nós, se é que posso chamar isso de céu, pois estamos no centro da Terra e até então não sabia que poderia ter um céu e um Sol dentro dela.

Começamos a escutar um zunido e a cada passo que o damos fica mais alto, a esta altura nada mais me surpreende, mas quando chegamos perto fico realmente muito surpreso. O zunido vem de uma mosca do tamanho de um carro pequeno e ela esta presa em uma teia de aranha gigantesca feita por uma aranha de igual proporção.

Séréti me avisa para sairmos dali depressa antes que a aranha aparece e queira variar o seu cardápio. Sem hesitar saio em retirada com Séréti, mas fico imaginado qual deveria ser o tamanho da aranha, deveria ser monstruosa.

Finalmente saímos do atalho e da relva densa e avistamos Shamballah capital de Agharta. Shamballah é uma cidade linda, localizada entre as montanhas que parecem riscar o céu azul como a cor do mar, suas nuvens fazem movimentos semelhantes ao oceano da Terra e formas as mais diversas figuras.

Séréti fala que o idioma local é o Vattan, o vataniano composto por um alfabeto de vinte e duas letras ao qual não faço a mínima ideia de como seja.

Pergunto para ele se ele sabe falar este idioma e com a cabeça ele acena que não, agora fico realmente assustado. Estamos no centro da Terra em uma cidade de gigantes a procura do Rei do Mundo e o idioma é incompreensível para nós.

Mas Séréti avisa que não falaremos com eles a não ser que eles queiram e ao fazer isso falaram em pensamento e o idioma será fluente para nós o que me deixa um pouco mais calmo.

Caminhamos por uma viela que vai até a capital da cidade, pode-se ver claramente que é um centro comercial de ambulantes que vendem um pouco de tudo.

A cidade esta bem agitada, e como na terra há artistas de circos, comediantes, flautistas, violinistas, todo o tipo de arte se manifesta aqui. Mas neste lugar não se usa o dinheiro, ele nem existe na verdade.

Para se conseguir um pêssego o vendedor pergunta a Séréti o que ele pode oferecer em troca.

Séréti coloca a mão em seu bolso com as esferas de luz e pega uma da cor de verde musgo e oferece ao comerciante.

Diz ele, com esta esfera você dobrará a sua produção de pêssegos utilizando o mesmo solo.

Séréti recebe o seu prêmio um pêssego de gosto magnífico. Leona explica que o Sol daqui é diferente ao da superfície e é opaco, excelente para a produção de alimentos além de não ser radioativo, aqui não é preciso usar filtro solar a energia do Sol também é absorvido como um alimento pela pele e através olhos.

Patrulhando a feira há um guarda que passa de um lado a outro da grande manifestação popular.

Leona a mais introvertida do grupo pergunta ale o caminho para a capital Shamballah, o homem agacha-se até a altura de Leona e aponta para uma rua secundaria que leva a um atalho até a cidade.

Um dos garotos grita. – Olha lá esta aquela orelhuda, todos começam a gritar. – Orelhuda, orelhuda, orelhuda…

Leona avista os garotos que a importunava, ela pega um pêssego e arremessa na cabeça de um deles, o pêssego espatifa-se em sua cabeça, os outros garotos dão risadas o garoto fica roxo de raiva e então os garotos saem em disparada para pegar a Leona.

Séréti a pega pelo braço e todos saem correndo em uma perseguição pela cidade.

Já alimentados e encantados com a cidade partimos para Shamballah, começo a admirar este povo e sua cultura.

Author

JJ Sobrinho, was born in Paraná Umuarama. He currently works as a Business Consultant in the area of Information Technology.I love reading and writing about quantum physics and parallel universes. I write articles for newspapers and magazines. He graduated in Business Administration and holds a MBA in Computer Science. He has worked as Executive Director MyOffer Brazil Ltda Consultant and Manager of Information Technology at the Institute ISULPAR-Coastal Paraná Curitiba PR
Education:
Faculty Dr. José Correia Leocádio Bachelor of Business Administration
University of Paraná Tuiuti Bachelor of Computer Science

This biography was provided by the author or their representative.

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Publicado por em outubro 24, 2011 em Ebook

 

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